2.º Congresso do Ensino Artístico Especializado

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

11 e 12 de fevereiro de 2022 - FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

APRESENTAÇÃO DO CONGRESSO

Desde a sua criação legal em 1983 (DL n.º 310/83, de 1 de julho), o Ensino Artístico Especializado tem vindo a desenvolver-se como uma modalidade de educação, mas nas margens do sistema de ensino. No ano escolar 2008/2009, houve um aumento significativo do número de alunos que frequentam esta modalidade de ensino, resultado de uma aposta política no seu desenvolvimento. Simultaneamente, houve alterações significativas no modo de financiar esta oferta que potenciaram a estabilidade e previsibilidade, permitindo às escolas focar-se no essencial: a aprendizagem e o ensino especializado das artes.

Neste contexto, o 2º Congresso do Ensino Artístico Especializado - Teoria e Prática convoca as instituições de ensino artístico especializado, do básico, secundário e superior, para se encontrarem, procurando alcançar um equilíbrio entre a teoria e a prática, promovendo e aprofundando a articulação entre o conhecimento produzido nas instituições do ensino superior e as ações desenvolvidas nas instituições do ensino básico e secundário. Acreditamos que teoria e prática devem andar de par em par, num esforço de melhoria contínua do ensino artístico especializado. Pretende-se dar a conhecer aos docentes do EAE no básico e secundário o que está a ser feito na academia e, à academia, quais são as dificuldades e necessidades do dia-a-dia naqueles níveis de ensino. Consequentemente, haverá momentos científicos – conferências e apresentações de comunicações - e momentos práticos - painéis de discussão.As conferências serão proferidas por especialistas em diversas matérias que partilharão com os participantes o seu saber. Nas sessões científicas, as instituições de ensino superior parceiras do Congresso, abordarão temas de relevo para o Ensino Artístico. Nos painéis de discussão, um conjunto de especialistas irá discutir uma matéria concreta. 

Considerando o carácter científico do Congresso a participação pode ser contabilizada como formação para efeitos laborais, conforme previsto na Lei nº 7/2009 de 12 de fevereiro.


NOVO MODELO DE CONGRESSO

Devido aos momentos de enorme incerteza que continuamos a viver por causa da pandemia, o número de inscrições no congresso está muito aquém do necessário e temos recebido muitos pedidos para assistir online. Esta circunstância obrigou-nos a refazer todo o formato do Congresso.

Assim, este decorrerá de forma híbrida, no fim da tarde de 6ª feira dia 11 de fevereiro e durante o dia de sábado,12 de fevereiro.

Neste novo modelo, os participantes poderão estar fisicamente na Fundação Gulbenkian ou assistir online. A inscrição é obrigatória, com indicação da modalidade escolhida pelo participante e será, para qualquer das modalidades, gratuita.

A presença na Gulbenkian está apenas limitada à capacidade das salas. Aos participantes presenciais só será dada a identificação para circular no espaço, e de acordo com a Resolução do Conselho de Ministros de 7 de janeiro de 2022, para acesso ao evento é obrigatória a apresentação do Certificado Digital COVID da UE, na modalidade de vacinação, testagem ou recuperação. Não serão aceites autotestes.


INSCRIÇÕES

Pode realizar a inscrição neste novo modelo de Congresso aqui.

(Os já inscritos deverão fazer nova inscrição, sendo que o valor pago da inscrição anterior será devolvido).


ORGANIZAÇÃO

  • AEEP - Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo


PARCEIROS

  • Escolas Públicas do Ensino Artístico Especializado (Música ou Dança)
  • Escola Superior de Dança
  • Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo
  • Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa
  • Faculdade de Motricidade Humana - Universidade de Lisboa
  • Universidade de Aveiro
  • Universidade de Évora
  • Universidade do Minho


APOIO

  • Fundação Calouste Gulbenkian


COMISSÃO CIENTÍFICA

  • Ângelo Martingo - Universidade do Minho
  • Cláudia Marisa Silva de Oliveira - Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo
  • Elisabete Monteiro - Faculdade de Motricidade Humana – Universidade de Lisboa
  • Isabel Duarte - Escola Superior de Dança
  • Monika Streitova e Ana Telles - Universidade de Évora
  • Clarissa Foletto e Sara Carvalho - Universidade de Aveiro
  • Sofia Serra – Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa

 Apoio - AEEP – Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo

 

CONTACTOS

Email: congressoEAE2022@aeep.pt

Telefone: 217 990 810



PAINEL PRÉ-CONGRESSO

Função e finalidades do Ensino Artístico Especializado
João Costa
Secretário de Estado Adjunto e da Educação

https://www.youtube.com/watch?v=di3VuYXMRF8


KEYNOTE1
Philippe Dalarun
European Music School Union (EMU)

Philippe Dalarun (France) studied both literature and music. After obtaining the State Diploma as a violin teacher, he taught violin for eleven years at the Conservatoire National de Région de Boulogne-Billancourt. He then obtained the Certificate of Aptitude for the functions of Conservatory Director. Head of the Conservatoire de Chantilly, he was then appointed Director of the Conservatoire de Taverny, a Music and Theatre school listed by the State. Vice-president of the Fédération Française de l'Enseignement Artistique (FFEA) in charge of relations with the French Ministry of Culture and International partnerships, he was elected president of the European Music School Union (EMU) in May 2018.

Whether at local, national or European level, Philippe Dalarun has been working for many years to develop and promote music and arts education, with a dual requirement of quality and openness to the widest possible audience

The European Music School Union (EMU) is the European umbrella organisation of national music school associations in Europe. The EMU is a non-governmental and a non-profit organisation. The EMU represents a supranational platform comprised of member associations from various countries. These countries need not be members of the European Union (EU).

At present, national music school associations from 25 European countries are members of the EMU. Thus, the EMU represents more than:

- 6.000 Music schools
- 150.000 Teaching staff
- 4.000.000 Pupils/students

https://www.youtube.com/watch?v=YhM8ogVvD9U


PAINEL DE DISCUSSÃO 1
O que é uma boa escola do Ensino Artístico Especializado?

Carlos Pinto da Costa – Moderador
Diretor Pedagógico da Escola de Música de Esposende

António Morais | Academia de Música de Alcobaça
Pedro Filipe | Academia de Música de Óbidos
Luís Zagalo | Academia de Música de Elvas 

Objetivo:

Muitas são as boas escolas do EAE no nosso país. Para este painel não as conseguimos trazer todas e, com isso, mostrar a enorme diversidade de ofertas que existe. No entanto, a partir de três escolas, do seu exemplo e das práticas pedagógicas e de ação cultural que desenvolvem, pretendemos discutir o que é (ou o que deve ser!) uma boa escola do EAE e do quanto os projetos pedagógicos e culturais únicos destas escolas contribuem para uma oferta diversificada e mais enriquecedora do nosso país.

As Academias de Música de Alcobaça, Óbidos e Elvas integram a rede de escolas do Ensino Artístico Especializado do nosso país.


PAINEL DE DISCUSSÃO 2
Avaliação de Alunos

Filipe Vieira – Moderador
Diretor Geral do Conservatório de Música da JOBRA, Professor do Curso de Composição na ESMAE-IPP

Luísa Orvalho | Professora do Mestrado em Ensino da Música, na EA , da UCP-Porto, das UC de Ensino, Aprendizagem e Avaliação e de Prática Profissional
Cristina Loureiro | Diretora Pedagógica e Geral em Conservatórios de Música e Dança nas zonas centro e oeste.
Bianca Tavares | Diretora do Conservatório de Dança do Vale do Sousa e Tutora da Royal Academy of Dance (Continuous Professional Development) e Presidente da Direção da AEPEAED - Associação de Escolas e Professores do Ensino Artístico Especializado de Dança - 1ª Posição.

Objetivo:

Após o sucesso do painel sobre: Avaliação de Alunos no Ensino Artístico Especializado, (EAE) no nosso 1º Congresso, não nos podíamos esquecer de voltar a colocar esta temática a debate. Por isso:

Pretende-se debater concretamente as conceções, modelos e práticas de avaliação dos alunos no Ensino Artístico Especializado da Música e da Dança. Colocando as seguintes questões:

Como se avalia um aluno de EAE? Qual é o seu verdadeiro Objetivo?

Existem outros modelos de avaliação mais adequados para os alunos do EAE?

Que importância tem para a formação dos alunos do EAE esta estratificação avaliativa/classificativa, onde a ditadura do não-erro pressiona de forma devastadora toda esta tipologia de ensino?


PAINEL DE DISCUSSÃO 3
Projetos de internacionalização no EAE

Pedro Figueiredo – Moderador
Diretor Pedagógico da Escola de Música N.ª Senhora do Cabo

Romeu Veloso| Ginasiano Escola de Dança
Cristina Gaboleiro | Programa Erasmus+



PAINEL DE DISCUSSÃO 4
Aprendizagens Essenciais

Carlos Marques | Diretor do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian
Ana Braga | ANQEP
Joaquim Branco | Universidade de Aveiro e Escola Profissional de Música de Espinho

Descrição das linhas gerais da sessão  

"A promoção de um ensino de qualidade implica fomentar aprendizagens efetivas e significativas a aprender por todos, com diversos níveis de consecução, mas sempre tendo por base conhecimentos consolidados, que são mobilizados em situações concretas, favorecendo o desenvolvimento de competências de nível elevado." (Preâmbulo do Despacho 7415/2020).

O painel debaterá o papel das aprendizagens essenciais nos cursos Artísticos Especializados da Dança e da Música. O debate centrar-se-á em 4 pontos estruturais:

  1. Enquadramento;
  2. Processo de Construção;
  3. Documento em si;
  4. Capacitação dos professores.



PAINEL DE DISCUSSÃO 5
Repertório de Música Contemporânea no EAE 

Pedro Figueiredo – Moderador

Christopher Bochmann | Professor Catedrático da Universidade de Évora
João Quinteiro | Escola de Música e Artes de Ourém


https://www.youtube.com/watch?v=Ge_vBm6OAW8


SESSÃO CIENTÍFICA A
Ensino Artístico Especializado de Dança: um olhar pelo avesso  

Organização:

Elisabete Monteiro | Faculdade de Motricidade Humana - ULisboa
Isabel Duarte | Escola Superior de Dança – IPL
Cecília Lima | Professora na Faculdade de Motricidade Humana – Universidade de Lisboa – Licenciatura em Dança, onde leciona as disciplinas de Técnica de Dança Contemporânea, Composição Coreográfica, Técnicas de Cena e Produção de Eventos Culturais. Formadora dos Estúdios Victor Córdon  
Sylvia Rijmer | Escola Superior de Dança
Cátia Esteves | Escola Superior de Dança

Descrição das linhas gerais da sessão:

A ideia será “olhar por dentro e para fora”. No fundo também refletir, não na periferia, no supérfluo, ou ‘começar pelo meio’, mas para o âmago das suas especificidades, um olhar por isso do avesso.

Pretende-se uma reflexão desafiadora no sentido de despoletar o interesse, a inquietação e a participação do público, alicerçando-se na desejável relação entre a teoria e a prática, enquanto painel de âmbito científico. Algumas questões iniciais foram lançadas ao Painel, para a sua intervenção inicial, que se pretende possa a vir a ser um espaço e um tempo dinâmico, de reflexão conjunta, questões como por exemplo:

- Como o aluno aprende?

- Que equilíbrio entre diversificar/amplificar as experiências de aprendizagem e o tempo de desenvolvimento e aperfeiçoamento de menos técnicas, mas que serão mais consolidadas? Que espaço para a singularidade do aluno? Que papel desempenha a abordagem às técnicas somáticas na formação dos alunos? 


SESSÃO CIENTÍFICA B
E se a Educação Artística fosse outra coisa? 

Organização:

Cláudia Marisa | Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo - IPP
António Augusto Aguiar
Daniel Moreira
Diogo Franco
Mário Azevedo
Manuela Bronze
Paulo Perfeito

Descrição das linhas gerais da sessão  

Este painel pretende abrir portas a momentos polifónicos de debate e troca de experiências, referenciando problemáticas comuns e metodologias diferenciadas tendo em vista uma praxis artística que não se reduza a uma “retórica dos efeitos”. Face a um novo paradigma comunicacional e societal propomos uma mesa-happening que equacione o ensino artístico enquanto lugar de formação de artistas-cidadãos dotados de pensamento crítico e singularidade a par de uma sólida formação artística e técnica. 


SESSÃO CIENTÍFICA C

Produção de Materiais Didáticos e Projetos de Intervenção Pedagógica em Contexto Educativo no Ensino Artístico Especializado da Música

Organização:

Ana Telles & Monika Streitova | Escola de Artes da Universidade de Évora
Sofia Serra, Luísa Orvalho & Nuno Caçote | Escola de Artes da Universidade Católica Portuguesa 

I. Introdução

Mário Marques - Membro da Comissão de Curso e Coordenadora da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Ensino de Música na Universidade de Évora

Sofia Serra - Coordenadora do Mestrado em Ensino de Música na Universidade Católica Portuguesa

II. Apresentações relativas à Produção de Materiais Didáticos e Projetos de Intervenção Pedagógica para o Ensino Artístico Especializado da Música:

 Dejan Ivanovic (docente do MEM): Conceitos de familiaridade e descoberta na Iniciação Musical

Catarina Gomes (alumna do MEM): Guia prático para a aprendizagem inicial de clarinete: processo de construção de um método

Maria Ribeiro do Nascimento (alumna do MEM): Método de Memorização Musical numa abordagem em E@D

Catarina Nunes: “Trabalhar por projetos: um caminho para a diferenciação curricular e inclusão nos cursos artísticos especializados da música", na linha de investigação em educação e novos media;

Nádia Moura: "Ansiedade na performance musical em alunos do EAE: a estratégia da exposição gradual", na linha de investigação em psicologia da música

Elisabete Fernandes: "Musicalmente: programa de educação emocional com teatro musical", na linha de investigação em cidadania artística e cultural.

III. Debate, questões e conclusões: Monika Streitova e Nuno Caçote (docentes dos MEM)

Évora - A reflexão sobre estratégias pedagógicas inovadoras, sustentadas e fundamentadas na investigação científica desenvolvida em torno das temáticas associadas ao ensino artístico especializado de música (EAEM), é um dos eixos norteadores do Mestrado em Ensino de Música (MEM) da Escola de Artes da Universidade de Évora. O impacto desta reflexão na produção de materiais didáticos específicos tem sido significativo. Neste painel, focar-se-ão alguns dos projetos desenvolvidos por docentes e estudantes do MEM nesta área, alguns deles já publicados e aplicados em determinados contextos do EAEM. Pretende-se estimular o debate sobre problemáticas, lacunas e oportunidades na produção de materiais didáticos para o ensino de música em Portugal, nos seus diferentes níveis e áreas de especialização.

Porto - Em concordância com as linhas de investigação desenvolvidas no âmbito do MEM da Escola das Artes da Universidade Católica, serão apresentados resultados de três projetos de intervenção pedagógica para a reflexão sobre abordagens inovadoras e diferenciadoras desenvolvidas no EAEM.

Pretende-se divulgar e debater a articulação entre o conhecimento produzido no ensino superior e ações desenvolvidas nas instituições do ensino artístico especializado da música básico e secundário.



SESSÃO CIENTÍFICA D

Corpo, Cognição e Cultura na Aprendizagem Musical

Organização:

Ângelo Martingo | Universidade do Minho
Clarissa Foletto | Universidade de Aveiro

Descrição das linhas gerais da sessão:

A problematização de elementos e processos culturais, cognitivos e fisiológicos subjacentes à performance tem contribuído para transformar o modo como é teorizada a criatividade, a expressão e a comunicação musical.  Partindo de modelos teóricos ou do estudo de casos, procura-se nesse contexto com o presente painel contribuir para o enriquecimento das práticas, e estratégias didáticas no Ensino Especializado de Música.

Conhecer e refletir sobre a criação contemporânea
Carlos Marecos (ESML)

Parece-nos fundamental que, no ensino artístico especializado, se conheçam as principais manifestações artísticas atuais. Também na área da música deve existir uma reflexão aprofundada sobre a criação artística no mundo contemporâneo, enquadrando a sua prática e aprendizagem no todo, sabendo relacionar-se com as outras disciplinas artísticas como a pintura, a escultura, a instalação, a dança, o teatro, a performance, etc., não só por uma crescente preocupação multidisciplinar que a criação hoje denota, mas também pela tomada de consciência de que todas a expressões artísticas se manifestam no mesmo tempo presente.

A interpretação no Ensino Especializado de Música e o ensino do não-especializável
Eduardo Lopes (UE)

A música ocupa o lugar intermédio perfeito de ser de todos e ao mesmo tempo de cada um de nós. Disto resulta que quando perguntámos a um habitante do norte do Alaska, a um da África Austral, e a outro da Indonésia, todos sabem o que música é, mas cada um poderá dar como exemplos expressões musicais não reconhecidas pelos outros. Do mesmo modo, as escolas de música de cada uma dessas regiões ensina um ‘tipo de música’ que, ao ser aprendida não garante a capacidade de interpretar as ‘outras músicas’. Assim, na híper-globalização do séc. XXI dever-se-á refletir sobre a especialização musical - no que realmente ensinamos; de quem; e para que objetivos.

REACT: da imitação à criação
Gilvano Dalagna (UA)

O modelo predominante para o ensino da performance musical nas Instituições de Ensino Superior promove a imitação de modelos autoritários de interpretação em vez da formação de profissionais criativos e capazes de enfrentar os desafios da vida profissional como preconiza o projeto REACT através do desenvolvimento do espírito crítico e criatividade.

Ensino Especializado de Música: que itinerários de formação?
Helena Rodrigues (UNL)

Far-se-á uma reflexão acerca da necessidade de repensar a formação de professores num sistema educativo em mudança, estendendo-a à formação de professores do ensino especializado de música. Recorrer-se-á a propostas formativas geradas no âmbito dos projetos Opus Tutti e GermInArte para defender o ponto de vista de que mais do que “planificar” aulas e programas é necessário prepararmo-nos para “ser” professor.   

Música e mente: uma interação inevitável
José Alexandre Reis (CCM/ARTAVE/Centro Hospitalar do Médio Ave)

A influência da música no corpo humano, com particular incidência na mente, é bem conhecida desde a antiguidade. Da magia primitiva à atual investigação científica um longo e profícuo caminho tem sido percorrido. Neste contexto a aprendizagem musical assume um destaque progressivamente alargado...

https://www.youtube.com/watch?v=7CftMF01BpU~

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APRESENTAÇÕES E COMUNICAÇÕES

1. Ensinar e aprender no ensino especializado de música: uma rede diferenciada e interdependente de problemáticas
António Ângelo Vasconcelos

Assista à comunicação de António Vasconcelos aqui

2. A díade teoria-prática na aprendizagem de danças tradicionais
Maria João Fernandes do Nascimento Alves e Margarida Moura

Assista à comunicação de Maria João Alves e Margarida Moura aqui

3. A integração de elementos de composição coreográfica na disciplina de técnica de dança contemporânea
Ângelo Miguel Cid Neto

Assista à comunicação de Ângelo Neto aqui

4. Dança, Educação e criação: lugares de encontro
Ângelo Miguel Cid Neto

Assista à comunicação de Ângelo Neto aqui

5. O Ensino-Aprendizagem das Técnicas de Dança Contemporânea no Ensino Artístico Português
João Carlos Martins Parreira Fernandes

Assista à comunicação de João Fernandes aqui

6. Priorização no Estudo de Piano
Maria João Guerra Lopes

Assista à comunicação de Maria João Lopes aqui

7. Evocando elementos extramusicais do Minho na aula de piano: repertório contemporâneo português em contexto
Isabel Antunes Romero

Assista à comunicação de Isabel Antunes Romero Lopes aqui

1.º Congresso do EAE
Sessão de Abertura, Conferências e Conclusões

Brochura disponível aqui